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Cafés e bares temáticos ganham espaço entre os ciclistas

Até quem ainda não anda de bicicleta percebe que o número de ciclistas tem crescido nas principais cidades do país. A construção de ciclovias e ciclofaixas, aliada ao trabalho de cicloativistas e a conscientização maior dos motoristas, tem influenciado positivamente para que as pessoas utilizem mais a bike, seja como meio de locomoção no dia a dia, treino para evoluir a performance, seja para passeios à noite ou no fim de semana.

Com o crescimento desse público, um novo mercado surgiu: O de cafés e restaurantes voltados para o público que utiliza a bicicleta. Com oficina, loja de acessórios ou estacionamento com seguro, a ideia é dar todo conforto para quem curte o pedal pela cidade e quer parar para fazer uma refeição, descansar, ler um livro, ajustar a bike, e, quando encerrar o pedal, confraternizar com os amigos.

 

“Com cinco anos de funcionamento, a gente já tem uma clientela fiel, mas ainda recebemos muitas pessoas que querem conhecer o espaço ou provar algo da nossa cozinha”, conta Talita Noguchi, de 32 anos, dona do bar Las Magrelas, na região de Pinheiros, zona oeste de São Paulo. “Começamos a pensar em 2012 em um espaço de convívio não só para quem gosta da bicicleta e, em 2013, começamos a funcionar”.

Na região da Vila Olímpia, zona sul, o Musette Café tem um ambiente colaborativo e valoriza o consumo consciente e os produtos artesanais. O cardápio conta com produtos veganos e, além do estacionamento, há uma oficina na qual os usuários podem utilizar os equipamentos e ferramentas gratuitamente para fazer ajustes em suas bikes. O conceito é semelhante ao KOF – King of the Fork, localizado em Pinheiros. O local funciona de segunda à sábado e se inspira na cultura do ciclismo “para encontrar pessoas, comprar acessórios e saborear quitutes acompanhados de um bom café”, como ressalta sua página.

Talita Noguchi (à direita) e as meninas do Las Magrelas

O Aro 27 também fica na região oeste da capital paulista, o local vai completar cinco anos e teve que adaptar sua atividade para seguir funcionando. “A gente trabalhava com o serviço de park and shower no qual a pessoa deixava a bicicleta, tomava um banho e ia a pé ou com outro modal para o trabalho”, relata o gerente André Dechem. “Mas, com o passar do tempo, o serviço já não valia a pena e decidimos otimizar o espaço dos vestiários para fazer outras coisas”.

O café também organiza um passeio de bicicleta toda terça-feira. “Todos são bem-vindos, com qualquer tipo de bicicleta, é só aparecer e passear com a gente. Sempre tem gente do Café no grupo para conversar e interagir com as pessoas”.

Mas não há boas opções de cafés e restaurantes voltados para o ciclista apenas em São Paulo. No Rio de Janeiro, um dos mais conhecidos é o Bastarda. O local fica no Jardim Botânico, ponto estratégico para a estrada da Vista Chinesa e outras rotas de ciclismo na cidade. Conhece algum lugar legal em sua cidade para quem anda de bicicleta? Deixa sua indicação na caixa de comentários!

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