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O Dia das Mães pelas embaixadoras Specialized

O Dia das Mães é aquela data na qual fica impossível fugir dos clichês, né? Lembrar de tudo que as mães fazem, das responsabilidades, o amor incondicional, as broncas que causam mais sofrimento nelas do que nos filhos e a companhia em todos os momentos da vida. Por isso, desta vez não fomos atrás dos filhos, dos amigos ou dos companheiros para que façam elogios e prestem homenagens às mães. Fomos atrás justamente das mães para que nos falem dessa experiência.

E como aqui falamos somente do universo das bikes, claro que fomos atrás de nossas embaixadoras! Pedimos que nos contassem um pouco dessa relação entre maternidade e bicicleta. E, pode acreditar, é possível sim pedalar durante a gravidez e manter o hábito durante esse período tão especial para a mulher.

“Desde o momento que me descobri gravida já falei para minha obstetra que não queria parar de pedalar. Nos três primeiros meses eu pedalei somente no rolo, para evitar qualquer risco. Depois das 12 primeiras semanas eu voltei a pedalar normalmente”, conta Carol Correia, mãe da Eduarda, de 6 anos, e grávida do segundo filho. Um cuidado que sua xará Carol Rombauer sequer sabia que precisava ter. “Aos 5 meses da primeira gravidez perguntei ao médico se poderia continuar porque, afinal, a barriga estava ficando grande e incômoda. Ele respondeu: ‘Olha, na verdade, até agora você não deveria ter pedalado, mas de agora em diante, pode sim’”, relembra a mãe de Nicolas, Laura e Victor.

Mas é bom sim que as grávidas que querem pedalar tenham alguns cuidados. “No primeiro trimestre, a gente deve evitar qualquer possibilidade de exercício com risco. Pedalar tem, de certa maneira, um risco de quedas. Já a pessoa que não tem o hábito de pedalar, não deve começar na gravidez”, alerta a médica obstetra Maria Haydee Pinto Uchôa.

Já as mães que passaram a fase da gravidez também não largam o pedal e olham para a bike como um instrumento poderoso de união familiar. “Meu filho sempre foi inserido nesse mundo. Ele pedala desde muito jovem e hoje estamos mais próximos. Os pais sentem falta de alguma atividade na qual podem estar juntos com o filho e a bicicleta proporciona isso”, assinala a Embaixadora Flavia Fortino, mãe do Enzo, de 12 anos. “Antes das responsabilidades do dia, antes mesmo do sol aparecer e do filho acordar, eu pego a minha bike e vou pedalar. Começar o dia com a bike, me dá disposição para enfrentar as tarefas com mais leveza e bom humor”, ressalta Thailana Partelli, mãe do Raian.

“Além de nos trazer muita saúde, a bike nos une muito. Pedalamos todos juntos sempre. Eu amo a liberdade que a bike me proporciona e meus filhos nunca foram empecilho para isso. Eles aderiram ao ciclismo como esporte e tenho filhos que foram campeões brasileiros, para meu orgulho”, derrete-se Divina Batista, mãe de Brunno, Jesus Brenno e Gilmar.

Carol Rombauer, por sua vez, lembra que a bicicleta é uma parte importante na estrutura familiar e que muitas coisas do dia a dia passam por ela. “A bike sempre foi tão inserida nas nossas vidas que era normal pegá-los na escola, levar ao clube ou inglês. Mesmo o menor, já quase adolescente, ia direto para a escola de bike, estilo o menino do filme E.T. chegando na aula”, diverte-se.

“Ser mãe significa evoluir e a bike tem um papel fundamental. Quero falar isso para eles. Mostrar que o mundo pode ser melhor em cima de uma bike. A bike é evolução pra mim!”, ressalta Carol Correia.

E é esse sentimento que queremos deixar nesse Dia das Mães, que todas sejam felizes e tenham toda alegria do mundo com seus filhos. Se for em cima de uma bike, melhor!

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