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Renan do Couto, uma das vozes do Tour de France no Brasil

O ciclismo é um esporte que, aos poucos, ganha mais espaço na televisão brasileira. As provas ainda são transmitidas apenas pelos canais fechados, mas a cada ano é possível ver mais eventos por aqui.

Os três principais eventos do mundo (Tour de France, Giro d’Italia e La Vuelta España) já recebem um ótimo tratamento e podem ser acompanhados na íntegra por quem gosta do ciclismo de estrada.

E com mais eventos na TV, o público começa a se aproximar dos narradores e comentaristas que trabalham nas transmissões. Um deles é Renan do Couto. Aos 24 anos, o versátil narrador da ESPN trabalha com diversos esportes, como beisebol, futebol americano, basquete e tem sido uma das vozes do canal nos eventos de ciclismo.

Hoje trazemos para você um bate papo com o narrador, que também pedala pelas ruas de São Paulo. Então confere ai a entrevista com Renan do Couto:

Como você começou a narrar ciclismo? Já tinha relação com o esporte antes de entrar na ESPN?

Não, nunca tinha trabalhado com ciclismo. Eu era mais um curioso com ciclismo, comecei a assistir as transmissões ao vivo lá em 2006, mas nem sempre conseguia acompanhar tudo, muitas vezes férias/trabalho me atrapalhavam. Quando entrei na ESPN, a Gabriela Andrade era a produtora do ciclismo e me perguntou se eu me interessava, se gostava, e deixou isso no radar para o dia que fosse preciso substituir o Ari Aguiar por algum motivo de escala. Desde esse dia que eu passei a ficar mais ligado mesmo no ciclismo de estrada.

Você vê um crescimento no esporte ou no público que acompanha desde que começou a narrar?

Eu me lembro que na primeira transmissão que fiz, fiquei até surpreso pela quantidade de pessoas que assistiam e mandavam mensagens. Quanto a crescimento, eu sempre gostei de pedalar, e a verdade é que aqui em São Paulo tem cada vez mais gente nas ruas pedalando. É algo que certamente ajuda o esporte a crescer.

Como é narrar um esporte com um público mais específico (sem o apelo do futebol, por exemplo)?

É até difícil falar disso porque eu estou muito mais acostumado a narrar esportes que têm esse público mais específico do que futebol! Claro que é um desafio, pois com algumas dessas modalidades, e o ciclismo é uma delas, boa parte do público conhece muito o esporte e pratica o esporte, então é preciso estar muito bem preparado para as transmissões. E de tudo que narrei, com certeza é a transmissão mais difícil de se fazer.

Você já pedalava antes de narrar ciclismo? Ou foi isso que o motivou?

Eu nem lembro quantos anos tinha quando aprendi a andar de bicicleta. Sempre pedalei bastante, tive uma fase aqui e outra ali pedalando menos, mas no geral era algo mais de lazer mesmo. De três anos pra cá que estou encarando mais como um esporte mesmo, como treinos de ciclismo (mas nunca vai deixar de ser um lazer, claro!).

Qual a sua narração inesquecível no ciclismo até aqui?

A narração inesquecível vai ser a primeira, e por um bom tempo! Foi a Paris-Roubaix de 2017. É uma prova simplesmente sensacional, a etapa de Roubaix do Tour desse ano ajudou a lembrar disso. Estava morrendo de medo de não segurar a bronca, de me atrapalhar com atletas, camisas, de errar um vencedor no sprint. Deu tudo certo, ufa! E, claro, a prova foi muito boa. Essa etapa de Roubaix do Tour só ajudou a lembrar como a daquele dia foi sensacional!

 

Bloco Unidos da Ciclocapivara #bike #ciclismo #sp #carnaval

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